História
Títulos
| Estaduais | |||
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| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Carioca | 7 | 1955, 1960, 1961, 1962, 1963, 1995 e 2006 | |
Outros torneios
Torneio de Apresentação do Campeonato Carioca: 9 vezes (1950, 1951, 1957, 1959, 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965)
PRINCIPAIS CONQUISTAS
Campeão Estadual, Sub-13; (2006 E 2011)
Vice-Campeão Estadual, Sub-13; ( 2008. 2009, 2010, 2012)
Vice-Campeão Estadual, Sub-14; (2009, 2011, 2012)
Campeão Do Torneio Início, Sub-15; (2011)
Campeão Estadual Sub-15; ( 2006, 2007)
Vice-Campeão Estadual, Sub-15; (2008, 2010, 2011, 2012)
Campeão Estadual Sub-17; (2006, 2007, 2009)
Vice-Campeão Estadual, Sub-17; (2008, 2010, 2012)
Campeão Estadual Sub-19; (2011)
Vice-Campeão Estadual, Sub-19; (2007, 2009, 2010, 2012)
Campeão Estadual, Adulto. (2006);
Hexacampeão Sul- Americano, Sub-15 (2005-10)
Fonte: Site Oficial Do Botafogo FR
Campeão Carioca De 1955
Sob o comando eficiente de Charles Borer, nossas extraordinarias campeãs Yvone Santos, Marlene, Wilma, Neuci e Lais, juntamente com nossas novas aquisições, Daisy Miguel e Laura Rodrigues e mais, Aglaé, Martha, M. Lucia e Atila, do Fluminense e Eunice, do America, estão se preparando ativamente para o Campeonato Brasileiro de Porto Alegre onde certamente as cariocas brilharão.
De Porto Alegre, nossas defensoras deverão excursionar ao Paraguai, onde reunir-se-ão a Eugenia, Aymara, Dircy e Joaninha para uma serie de sensacionaes cotejos com as paraguaias, como se sabe, grandes jogadoras de basket-ball.
Ainda sobre o ingresso de Laura Rodrigues no Botafogo, não é demais recordar, o que muita gente se esqueceu, que Laurinha iniciou sua carreira esportiva no Botafogo, cujas cores defendeu, em atletismo, em 1947, 48 e 49, sendo campeã juvenil e de estreantes e em l-ball, integrando a segunda equipe de 1949.
Acervo particular Alceu Oliveira Castro Jungsted
Fonte: Boletim Oficial do BFR nº 112 de fevereiro e março de 1956
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BASKETBALL FEMININO
Distrito Federal, Campeão Brasileiro
Merece especial destaque e grande vitória do basketball feminino carioca levantando pela primeira vez, brilhantemente, o Campeonato Brasileiro de Basketball, o oitavo promovido pela C. B. B., efetuado em Porto Alegre, sendo que os sete primeiros campeonatos, realizados em 40, 44, 50, 51, 52, 53 e 54, haviam sido conquistados por São Paulo.
E, para nós maior destaque merece o feito, porque o BOTAFOGO contribuiu decisivamente para o mesmo, com o seu esplêndido técnico Charles Borer que, com esta conquista, a maior de todas, somou quatro títulos consecutivos na temporada de 1955; com suas atletas Marlene, Yvone, Neuci, Wilma, Lais, Laura e Daisy; com o médico Dr. Altair Fonseca, sempre dedicadíssimo e até com o massagista - o popular Toucinho!
As cariocas iniciaram sua campanha a 27 de janeiro, derrotando as mineiras por 69x83, com Marlene (12), Wilma (8), Neuci (7), Aglaé (14), Marta (10), Laura (6), Atila (4), Daisy, Lais, Eunice, Yvone (4) e M. Lucia (2).
A 30 de janeiro, 59x36, sõbre a representação do Paraná, formando a equipe com Marlene (10), Wilma (6), Laura (4), Marta (12), Aglaé (10), Neuci (8), Atila (3), Yvone (3), Lais, Daisy, Eunice e M. Lucia (3).
A 1º de fevereiro, nossa seleção esmagou a gaucha pelo formidavel score de 101x36, apresenando-se com Neuci (21), Marlene (16), Aglaé (14), Yvone (14), Laura (12), M. Lucia (6), Atila (8), Daisy (4), E-nice (2) e Marta (3).
Finalmente, na noite seguinte, 2, arrebatamos o título a São Paulo, após formidável peleja, na qual triunfamos por 66x60. Marlene, nossa extraordinária cestinha, marcou nada menos do que 29 pontos, formando a equipe com Laura (5), Marta (16), Aglaé (10), Wilma (4), Atila (2), Neuci e Yvone. Por último, outra vitória: Wilma, nossa linda defensora, venceu o concurso de beleza, sendo proclamada a Rainha do Campeonato e tendo recebido como prêmio uma taça.
Acervo particular Alceu Oliveira Castro Jungsted
Fonte: Boletim Oficial do BFR nº 113 de abril de 1956
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Em 1953, Lais surgiu no Gremio de Quintino, ao lado de Eugenia e sob o eficiente comando de Charles Borer, logrou o vice-campeonato carioca.
Em princípios de 1954, extinguindo-se a seção feminina de basket do Quintino, Lais acompanhou suas companheiras Charles, ao Botafogo, onde estreou a 30 de Março, no tablado do Maracanã, com uma vitória de 49 x 23 em amistoso com o Carioca.
A seguir, Lais triunfou no triangular do Cinquentenario do Clube, realisado em Julho, no Mourisco e obteve uma brilhante terceira colocação nos jogos da Primavera, quando sobrepujou o Ipiranga, a poderosa equipe campeã paulista e o Sirio, tambem de São Paulo, destacando-se pela fibra e pelo denodo com que lutou e com que aliás, luta sempre, pois embora pequenina, Lais tem muita raça e muito coração.
No campeonato carioca de 1954, Lais disputou com brilho todos os jogos do Botafogo, colocando-se em terceiro lugar, já que nosso jovem e esplendido conjunto foi perseguido por inegavel falta de sorte.
O ano que acaba de findar, porem, compensou largamente Lais e suas denodadas companheiras, pois o pavilhão da estrela solitaria pairou altaneiro no mastro da vitória em todos os certamens que disputou.
Primeiro, foi o Troféu Armando Albano, conquistado após sensacional desempate em "melhor de três" com o forte team do Flamengo, no ginasio do Tijuca, coroando magnifica campanha. Lais participou dos 12 jogos do torneio, obtendo 10 vitórias, duas derrotas e 40 pontos. A vitória decisiva foi assinalada por 59 x 33, contra o Flamengo, na noite de 14 de Julho; ás 14 horas do dia seguinte, Lais embarcava de onibus, com suas heroicas colegas, para Santos, onde a 17 estreava nos 1º Jogos de Inverno daquela cidade praiana e a 21, sete dias depois da decisão do Troféu Armando Albano, sagrava-se novamente campeã, levantando o torneio com cinco jogos contra poderosas equipes paulistas, quatro vitorias e uma derrota!
Depois, todos sabem, foi a epopeia do Campeonato Carioca de 1955 levantado invencivelmente pela equipe botafoguense, com Lais lutando sempre, armando as jogadas com precisão e obtendo, finalmente o ambicionado titulo — o terceiro e o mais importante no mesmo ano.
Mas não é só no basket que Lais tem brilhado, pois possue explendidas qualidades no volley, como já demonstrou na equipe de seu colegio — o Piedade — pelo qual, aliás, é campeã em quasi tudo, nos jogos da Primavera.
E no proprio Botafogo, na equipe improvisada que em Março de 55 excursionou a Bahia, Lais acertou em cheio, levantando magnificamente para a nossa querida canhotinha — Anah (o que não é sopa não, levantar para canhota...) que, por tal motivo, foi a mais terrível cortadora da temporada, quando vencemos dois dos três jogos disputados, um dos quaes contra o "Sophia Costa Pinto", tetra-campeão baiano.
No atletismo, Lais alem de ser campeã pelo Colegio Piedade, estreou pelo Botafogo a 13 de Agosto de 1955, no Campeonato de Principiantes, obtendo o segundo lugar no revesamento de 4 x 100.
Espirito alegre e folgazão, Lais certamente irá longe em qualquer modalidade esportiva, que é o que sinceramente desejamos.
Acervo particular Alceu Oliveira Castro Jungsted
Fonte: Boletim Oficial do BFR nº 112 de fevereiro e março de 1956
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Dircy de Figueiredo Ferreira
Uma das mais valorosas, dedicadas e veteranas atletas do BOTAFOGO é, certamente, Dircy de Figueiredo, hoje Ferreira, em virtude de seu casamento com Sr. Aldo Santos Ferreira, realizado novembro de 1955.
Foi a 9 de agosto de 1949 que, pela primeira vez, Dircy envergou o uniforme alvi-negro, no Torneio Aberto de Basketball da F.M.B., no Mourisco, enfrentando e vencendo o Assú Clube, de Laura, Enid e M. Helena, por 29 x 9, para ser, afinal, vice-campeã, como também o foi nos Jogos da Primavera, tendo, no mesmo ano, enfrentado o Boca Juniors, de Buenos Aires, aquele célebre jôgo da "cêsta contra" de Margarida. Em 1950, não tendo o BOTAFOGO participado do basket da Primavera, Dircy foi campeã pela A.A. Grajaú, ao lado de Yvone Santos, vencendo, após, pelo Glorioso, o Torneio da Apresentação da F.M.B., não tendo participado do campeonato, por motivo de doença. No ano seguinte, Dircy venceu brilhantemente o Torneio Aberto de "Jornal dos Sports" e o torneio de apresentação do mesmo, revelando-se a jogadora corajosa e que sabe "brigar" nos rebotes, que todos conhecem.
No mesmo ano, Dircy fez parte da delegação carioca ao Brasileiro de Goiania excurcionou com o BOTAFOGO a São Paulo, onde venceu esplendidamente o Pinheiros por 27 x 21 e perdeu para o Sirio; e colocou-se em terceiro logar aos Jogos da Primavera, quando venceu o C.R. Icarai, reforçado de quatro elementos do Santos F.C., o Vasco da Gama e e C.A. Ferroviário, de Curitiba.Em janeiro de 1952, em São Paulo, Dircy integrou a seleção carioca ao torneio preparatória para o Sul-Americano, logrando o vice-título, após abater a seleção da capital de São Paulo, por 40 x 37.
Nêsse mesmo ano, em virtude de divergências surgidas em nossa secção de basketball, Dircy transferiu-se para o Grêmio de Quintino Bocaiuva, onde foi campeã carioca, voltando a defender as nossas côres em 1954, nos jogos da Primavera, quando obteve a terceira colocação, logrando duas magníficas vitórias sôbre o Ipiranga e o Sírio, de São Paulo.
No campeonato de 54, Dircy integrou nove vezes a nossa equipe, também terceira colocada e em 55, já jogando menos, em virtude de seu noivado, Dircy teve a satisfação de sagrar-se campeã carioca com 3 jogos e 6 pontos.
No volleyball, Dircy defendeu valorosamente a nossa segunda equipe nas temporadas de 1949-50 e 51, dando uma prova de dedicação espantosa, quando formou em nosso primeiro quadro, que só dispunha de cinco elementos, contra o Grajau, a 20 de maio de 1950, atuando com uma paralisia facial e seriamente enferma.
Nêsse mesmo ano, disputou na equipe principal todo o Torneio da Cidade do Rio de Janeiro e um jôgo do campeonato, que o BOTAFOGO levantou magistralmente e em 1951, foi vice-campeã em Cambuquira e atuou no Trofeu "João Lyra Filho", em Belo Horizonte.
Espírito alegre e folgazão, Dircy brilhou nessas excursões também pela esplendida voz, tendo cantado no coral da Matriz de Cambuquira e, o que parece contradição, dançado tão bem macumba, na Boite da Pampulha, os concessionários quizeram contrata-la imediatamente...
Remou na Primavera de 51 pelo Clube e é também, esplendida atleta do esporte base, tendo estreado em 100 metros rasos, na Primavera de 1949.
Em 4 de junho de 1950, no Campeonato de Estreantes, obteve o 1º lugar em salto em altura — 1m,40 - recorde de classe e o 3º em distância e 100 metros rasos, logrando o 4º em altura, Campeonato da Cidade.
Em 1951, o 3º lugar em 80 metros com barreiras nos troféus M. Marcio Brasil e na Primavera e em 1954, na competição contra o Vasco, o 1º lugar em barreiras e em salto em altura, obtendo segundo, com os mesmos 1m,40, na Competição Botafogo x Fluminense.
É esta a Dircy, de quem todos gostam e apreciam, no velho BOTAFOGO FUTEBOL E REGATAS que ela sempre soube defender.
Acervo particular Alceu Oliveira Castro Jungsted
Fonte: Boletim Oficial do BFR nº 114 de maio de 1956
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Grande Vitória do Brasil no Torneio Internacional
A seleção brasileira de basketball feminina acaba de levantar, de maneira brilhantíssima, no ginásio Gilberto Cardoso, abatendo as valorosas representas da Argentina, Paraguai e Chile, o Torneio Quadrangular Internacional, movido pela C.B.B., como preparação para as grandes competições internacionais.
Nossa satisfação e tanto maior por sua vitória notável, porque, para ela, como por ocasião da conquista do Campeonato Brasileiro, contribuiu de maneira decisiva o BOTAFOGO DE FUTEBOL REGATAS, com quatro atletas valorosas Marlene, Wilma, Yvone e Laura, e com os seus dirigentes e auxiliares.
Efetivamente, ainda uma vez o técnico foi o nosso Charles Borer, que interrompeu a sua feliz lua de mel, já que consorciara a 7 de abril, em pleno tríodo de treinamento, com nossa linda grande campeã Eugenia Rindeika, para obter o seu quinto título sucessivo; o médico foi o nosso cem por cento botafoguense Dr. Altair Fonseca, competente e dedicado; o massagista, ainda uma vez, foi o bom Toucinho e o roupeiro, o querido "seu" Arthur.
Mas não foi só, pois que demos a colaboração extraordinária e decisiva do Dr. Rubem Pereira Braga e de sua distintíssima e simpática senhora, D. Nilda Braga, ambos nossos diretores sociais e, em meados de março, receberam fidalga e acolhedoramente em sua casa atendendo a angustioso apêlo da C.B.B., por intermédio de Charles Borer, as encantadoras mineirinhas Jane e Zilah, do Minas T.C., convocadas para ensaios. Nessa ocasião, com toda a justiça, D. Nilda Braga foi aclamada a Madrinha da Seleção Brasileira e bem mereceu o tiulo, pois já tendo hospedado duas atletas, recebeu mais as paulistas M. Helena e Nair e a paranaense Neide, para, num crescendo, pouco depois, acolher todo o resto das convocadas, inclusive as cariocas, 13 moças, transformando o simpático solar da rua Voluntários da Pátria, na concentração oficial, por mais de um mês, da seleção nacional!
Êste gesto impressionante, para o qual contribuiu o BOTAFOGO com o fornecimento dos leitos indispensáveis, merece especial realce, pois que do carinho e da incansável solicitude do querido casal Rubem Braga, as atletas brasileiras encontraram o ambiente sadio e tranquilo para invencivelmente marcharem ao esplendido triunfo!
Eis os dados técnicos da campanha:
Contra a Argentina — em 24 de abril - Brasil, 46x44. Equipe: Nair, T; Martha, 12, Aglaé, 5; Marlene, 6; Wilma; Marli, 12 e Maria Helena,4.
Contra o Paraguai — Em 26 de abril — Brasil, 50x39. Equipe: Nair, 5; Martha, 6; Marli, 9; Laura, 2; Yvone, 1; Atila, 4; Neide; Aglaé, 16 e Marlene; 7.
Contra o Chile — Em 28 de abril —Brasil, 40x38. Equipe: — Nair, 13; Martha, 1; Aglaé, 6; Marlene, 11: 6; Maria Helena, 2 e Wilma, 1.
Participação de nossas atletas: Marlene, dois jogos e 24 pontos. Laura, um jôgo e 2 pontos, Wilma, dois jogos e 1 ponto, Yvone, um jógo e 1 ponto.
Acervo particular Alceu Oliveira Castro Jungsted
Fonte: Boletim Oficial do BFR nº 115 de junho de 1956
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Joana Rindeika, a loura Joaninha de nossas quadras, linda, simpática e encantadora, como sua irmã mais nova, a aplaudida estrêla Eugenia, começou sua carreira esportiva em Jacarepaguá, bem próximo de sua residência, no Olímpico, sob a direção de um técnico também iniciante, o jovem Charles Borer, hoje seu cunhado e dirigente de seleções.
A 12 de julho, na quadra da E. N. E. F. D. encerramos o turno, abatendo a equipe campeã do Fluminense por 45x32, vitória esta magnifica e obtida por Neuci 12, Wilma 14, Eugenia 2, Marlene 15, Daisy e Walkiria 2.
a) José Pessoa Machado - Diretor de Basketball Feminino
Acervo particular Angelo Antonio Seraphini
Fonte: Boletim Oficial do BFR nº 151 junho 1959
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NEUCI TOCA E CANTA TÃO BEM QUANTO JOGA
NEUCI, destacada estrela de basquete do Botafogo e das seleções cariocas e brasileiras, não é craque apenas nas quatro linhas de uma quadra. Longe de suas atividades no bola ao cesto, Neuci também conquista expressivo sucesso como cantora e compositora. O outro lado da sua vida ela dedica a tocar violão e fazer composições nos mais variados estilos. Acanhada (fora das quadras) a estrelinha botafoguense mostra suas aptidões artísticas apenas aos familiares e amigos mais íntimos. Neuci tem mais de 30 composições que ainda não foram editadas, apesar da insistência dos que acreditam no êxito das músicas. Adorando serenatas, Neuci, sempre que pode, cantarola suas melodias (em família) na varanda da bela casa em que reside, lá no bairro do Ingá, em Niterói. Quando excursiona, o violão é seu companheiro mais constante, ajudando-a no acompanhamento das sátiras que faz às figuras mais populares do basquete... A propósito, animada pelos amigos, ela já se dispôs a gravar um LP de sátira aos astros e estrelas do basquete. Que fará sucesso (e reboliço...) por certo.
Fonte: Revista do Esporte nº 25 de 29 08 1959
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