sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

BASQUETE FEMININO ANOS 90

 

Basquete feminino infanto-juvenil fica em segundo 

Com um time produzido pelo trabalho de renovação o Botafogo conquistou uma colocação significativa na Copa Eugênia Borer de Infanto-Juvenil Feminino. Ficou em segundo lugar, perdendo o título para a ADN — Associação Desportiva de Niterói. Um simples pontinho afastou o clube da estrela solitária do título. Fui derrotado por 57 a 56. Promovida pela Federação de Basquete do Rio, a Copa que leva o nome da ex-atleta do Botafogo serviu de preparação para o Estadual. A equipe-base que decidiu a Taça Eugênia Borer com a ADN, de Niterói, formou com Agatha, Carolina, Graziela, Joana, Letícia, Ludmila, Mônica e Tatiana. Esse time foi dirigido pelo técnico Benício até fim da competição.

Clube se destaca no esporte amador 

Para um clube que não tem patrocínio ou parceria com empresas, a situação do Botafogo nos esportes amadores é das mais animadoras. O basquete, por exemplo vai de vento em popa. Tem alcançado ótimos resultados, apesar da falta de investimentos. O Botafogo disputa atualmente nove categorias do basquetebol no Rio de Janeiro, assim divididas: seis masculinas e três femininas. Das seis masculinas, é líder em quatro e está na frente nas três femininas. 

O Botafogo lidera o adulto, o juvenil, o mirim e o pré-mirim. No juvenil, ganhou o primeiro turno invicto. Na categoria feminina, está liderando infanto-juvenil, juvenil e adulto da Copa Eugênia Borer, competição que homenageia a ex-jogadora de basquete alvine-gra e mulher do ex-presidente Charles Borer. 

Em todas essas categorias, o Botafogo já tem presença assegurada nas finais da Taça Eugênia Borer, que é urna competição preparatória para o campeonato Estadual  que esta sendo iniciado agora no final do mês de agosto.O coordenador do basquete feminino do Botafogo e responsável por todo esse sucesso é um ex-ídolo do clube. É Honorato, que jogou no Botafogo na década de 60 e, atualmente, é sócio emérito do ai-vinagro. Vale lembrar que o Botafogo realiza todo esse trabalho com a prata da casa. São treinadores, preparadores e jogadores feitos no clube, que se dedicam ao Botafogo mais por amor do que pelo dinheiro que a diretoria pode pagar, que é, aliás, muito escasso atualmente. O esporte amador do Botafogo sobrevive à base da ajuda de associados e das taxas cobradas nas escolinhas.

Acervo particular Angelo Antonio Seraphini

Fonte: Jornal Folha do Esporte de 09 de setembro de 1993

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Em 1994, a equipe de Basquetebol Juvenil feminina do BOTAFOGO ganhou a Taça Eugênia Borer, o que lhe garantiu a vaga para o Campeonato Brasileiro, no Paraná. Lá, as meninas do Basquete ficaram com o sexto lugar. E o destaque foi a jogadora Telma Sueli.
Equipe:

Diretor: Sílvio José Peixoto
Preparador Físico: Cristiane Eiras Ferreira da Silva
Técnico: Benício Santiago de Oliveira
Jogadoras:

4 Gabriela Oliveira Alveal
5 Aline da Silva Costa
6 Mônica Dias de Noronha
8 Margareth Cristina de Souza Lopes
9 Cássia Azevedo Monteiro
10 Katia Vieira Gall
11 Telma Suely dos Santos Borges
12 Ludmila Leilda Peixoto
13 Nínon Rose Calazans de Carvalho
14 Fernanda Taboada
15 Caroline de Castro

O Restaurante KIGULA patrocina esta equipe. Atualmente, todas as categorias do Basquetebol já estão treinando no Mourisco-Mar.
O BOTAFOGO teve no Clube Jequiá uma grande ajuda, uma vez que este lhe cedeu o Ginásio, em 1994, sempre que possível, para a disputa de jogos de todas as categorias, chegando até a fazer um clima de casa.

Acervo particular Angelo Antonio Seraphini
Fonte: Revista Oficial do B.F.R. nº 246 de jan/fev/mar de 1995
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O basquete feminino do BOTAFOGO concentra-se na Copa Eugênia Borer, que começou em 8 de Abril e termina no dia 2 de julho, onde disputa nas categorias infanto­juvenil e juvenil. Depois parte para o Campeonato Estadual, de 9 de setembro a 18 de novembro. Na categoria adulto, onde o BOTAFOGO foi considerado o melhor time feminino da cidade, as atletas estão treinando mas o Campeonato Estadual está ameaçado porque os outros clubes não estão conseguindo formar equipes.
Para os que querem aprender basquete, a escolinha funciona no Mourisco-Mar, com horários às terças, quintas e sextas-feiras, pela manhã, de 8 às 11 horas, com o professor Rodrigo; e à tarde, de 14 às 15 horas (feminino).

Acervo particular Angelo Antonio Seraphini
Fonte: Revista Oficial do BFR nº 247 de 1995
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BASQUETE FEMININO VENCE V COPA EUGÊNIA BORER. 

Em final disputada no ginásio da Gávea, a equipe femi nina do BOTAFOGO sagrou-se campeã da V Copa Eugênia Borer ao derrotar o Rio Hoops por 65 a 58. Com muita garra, o grupo comandado pelo técnico Benício Santiago, fez uma partida quase perfeita em quadra e, merecidamente, chegou ao título. O quinteto alvinegro inicio o jogo com a armadora Adriana Pulga (19), as alas Margarete Lopes (14) e Regina Joppert (6) e as pivôs Telma (15) e Viviane (9). Também participaram do grupo campeão: Ana (2), Caroline Poderosa, Cássia, Fernanda, Viviane e Samanta. Segundo o Diretor de basquete feminino do BOTAFOGO, Sílvio José Peixoto, a próxima meta será o Cam peonato estadual. Ele espera contar com a base da equipe campeão do Eugênia Borer, e pretende obter alguns reforços, para tornar a equipe ainda mais competitiva. 

Acervo particular Angelo Antonio Seraphini
Fonte: Revista Oficial do BFR nº 248 de 1995
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BASQUETE MASCULINO E FEMININO TRAZEM TÍTULOS PARA O BOTAFOGO 

O basquete do BOTAFOGO vai bem, obrigado. Tanto o feminino quanto o masculino vêm conquistando títulos importantes dentro do Rio de Janeiro. Entre as mulheres, categoria adulto, conquistamos o bicampeonato da Taça Eugênia Borer com uma esmagadora superioridade. A equipe alvinegra foi passando por cima de todos os adversários, inclusive o Flamengo, que foi derrotado duas vezes. A final, realizada no ginásio da Gávea, foi um retrato da campanha: 85 a 50 no Automóvel Club, de Campos. O time formou com a armadora Regina Joppert (10), as alas Bia (13) e Telma (6) e as pivôs Cátia (14) e Margareth (10). Entraram: Ellen (9), Renata (9), Adriana Pulga (6), Geanny (4), Cássia (2), Sandra (2), Caroline e Lígia. Parabéns às invictas meninas, comandadas pelo competente treinador Luiz Antônio Bravo, que mais uma vez souberam honrar a gloriosa camisa da estrela solitária. 

Acervo particular Angelo Antonio Seraphini
Fonte: Revista Oficial do BFR nº 250 de 1996
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BASQUETE FEMININO NA LIGA NACIONAL



A partir de um acordo entre o Presidente José Luiz Rolim e a Confederação Brasileira de Basquete, montou-se o time do BOTAFOGO, para disputar o 2o Campeonato Nacional de basquete Feminino, sendo o único representante do Rio de Janeiro nessa competição.
O time do BOTAFOGO foi composto por cinco jogadoras vindas da Unimed/Ourinhos(SP), duas do Santa Bárbara (SP), uma do Uniban, duas do Avaré (SP) e duas do Barra da Tijuca (RJ).
Paulo Cesar Motta, técnico da Seleção Brasileira, assumiu a Supervisão da equipe feminina do BOTAFOGO, seno o responsável pelo time.
o prof. Paulo César afirma que o BOTAFOGO dez um excelente campeonato, pois a expectativa, em função do pouco tempo para a formação e a preparação da equipe, era a lanterna, mas, com esforço e determinação, nosso time foi à vanguarda do segundo pelotão, ou seja, se classificou em quinto lugar, o que é uma proeza. Sob o comando do prof. Edson Ferreto, a equipe do BOTAFOGO enfrentou os melhores times do Brasil: Santo André (SP), BCN Osasco (SP), Paraná Basquete (PR), Santa MAria (RS), Sporte/E. Scotte (PE), Toledo Araçatuba (SP) e Vasto Verdel/I.Zen (SC). Os jogos foram transmitidos pela SPOR TV ao vivo.

ELENCO
Ednéia (04) - Ala/Armadora
Patrícia (05) - Ala
Rosângela (06) - Ala
Luciana (07) - Ala/Armadora
Roberta (08) - Ala/Pivô
Vanira (10) - Ala
Regina (11) - Pivô
Janaína Adorno (12) - Ala/Pivô
Karla (13) - Armadora
Janaína Tenório (14) - Pivô
Márcia (15) - Ala/Pivô
Flávia Sabino (18) - Armadora

Supervisor: Prof. Paulo César C. Motta
Técnico: Prof. Edson Ferreto
Fisioterapeutas: Jatobá e Gérson
Mordomo: Bename Pliacekos

Acervo particular Angelo Antonio Seraphini
Fonte: Revista Oficial do BFR no 254 de 1999 
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